Biblioteca Digital para Pessoas com Necessidades Especiais: onde está a acessibilidade?

Publicado em Agosto 22nd, 2008

Recebi pela lista Bib_Virtual, a notícia sobre a inauguração da primeira Biblioteca Digital e Sonora (BDS), desenvolvida pela Universidade de Brasília (UnB) e que disponibilizará conteúdo para pessoas com deficiências visuais. A proposta é uma parceria entre a Biblioteca Central (BCE) e o Programa de Apoio ao Portador de Necessidades Especiais (PPNE) da UnB. A iniciativa é de grande valia para inclusão de pessoas com deficiência visual, por exemplo. Segundo a notícia, o site pode ser acessado por leitores de tela, mas o curioso é que após validar a BDS, verifiquei que existem pequenos problemas e que talvez possam prejudicar o acesso. A BDS utiliza o CMS Joomla e faz uso de um template inacessível, ou seja, não segue as recomendações de acessibilidade, como uso de padrões Web, recursos para aumentar fonte e modificar cor de texto e plano de fundo, etc. Estas boas práticas são fundamentais para autonomia das pessoas portadoras de necessidades especiais, pois as mesmas utilizam leitores de tela para acessar tais sites e se estes não atenderem aos requisitos básicos de acessibilidade na Web, a navegação é comprometida. Este assunto é tão badalado atualmente, mas ainda existem muitas negligências na implementação de recursos Web.

Alguns conceitos sobre TI em bibliotecas

Publicado em Agosto 15th, 2008

Observando a área sobre a avaliação de softwares, fico pensando como é problemático introduzir alguma aplicação no contexto das bibliotecas. Quando uma equipe de bibliotecários necessita implantar um sistema de gerenciamento de bibliotecas, uma biblioteca digital, um blog, um sistema pra esquema de conceitos, um sistema de GED, uma ferramenta para groupware, ou qualquer outra aplicação, geralmente enfrenta inúmeras dificuldades. Estas dificuldades começam pelo ponto de vista teórico, pois temos poucas discussões conceituais referentes a este domínio do conhecimento.

Venho defendendo 3 abordagens para a área de TI aplicada à biblioteconomia, que em breve publicarei um texto a respeito. Eis as abordagens:

  • Automação de Bibliotecas: Introdução de sistemas integrados para automação das rotinas de catalogação e circulação, além da criação, gerenciamento e acesso a documentos em formatos digitais em bibliotecas/repositórios digitais;
  • Informática Documentária: Conjunto de aplicações da informática à documentação, técnicas referentes às intervenções da informática nas diversas fases de produção e utilização de documentos. Envolve gerenciamento eletrônico de documentos, sistemas de organização do conhecimento, gerenciamento de bibliografias, etc.
  • Gerenciamento de Conteúdo: Aplicações baseadas na Web relevantes para gestão colaborativa de conteúdos como artigos, notícias, recursos multimídias, etc. Uso de ferramentas como Blogs, Wikis, CMS e Groupware.

Esta proposta é apenas uma pequena classificação, funciona como modelo para podermos compreender quais são os requisitos, padrões e tecnologias para serem considerados no processo de inserção de TI na Biblioteconomia. Estas abordagens vem sendo aplicadas no estabelecimento de um conteúdo programático para o ensino na graduação e em treinamentos.

Aqui, no projeto, estamos escrevendo um texto sobre o trabalho que vimos desenvolvendo, referente a critérios para avaliação de recursos multimídias, tomando como base requisitos técnico e pedagógicos. Após ler alguns artigos verifiquei que existem muitos estudos sobre o tema, mas não algo exato sobre avaliação de mídias para catalogação em um repositório educacional. Pude perceber que a Educação, possui taxonomias para softwares educacionais, diversas definições sobre os tipos de aplicativos para fins educacionais, em suma, é uma temática bastante discutida. Se formos transpor essa idéia para a Biblioteconomia e formos efetuar uma pequena busca, logo percebemos que não encontraremos facilmente algo sobre a temática, exceto alguns artigos clássicos de relatos de experiências em atividades de avaliação e seleção de sotwares para automação. Muitos estudos vem sendo feito sobre avaliação de softwares para automação, como sistemas de gerenciamento de bibliotecas, mas poucos enfatizam a diversidade dos softwares que podem ser úteis no dia-a-dia bibliotecário. Isto vai desde uma simples conta de um bookmarks para referências, a um complexo sistema de gestão de imagens digitalizadas, passando por um servidor Web que irá hospedar a biblioteca digital ou o periódico eletrônico da instituição.

Além da necessidade de concepções teóricas e técnicas para avaliação de softwares na biblioteconomia, visualizo algumas temáticas de grande evidência e que muitas vezes são negligenciadas e são campos emergentes e de caráter multidisciplinar. Tais lacunas são:

  • Padrão de Projetos (Design Pattern) em softwares para bibliotecas (Engenharia de Software, Informática Documentária, Automação e Administração de Bibliotecas);
  • Modelos de interface centrada no usuário (IHC, arquitetura da informação e Estudo de Usuários);
  • Propostas de benchmarking para softwares para bibliotecas (Administração de TI, Automação de Bibliotecas, Métodos Quantitativos em Biblioteconomia);
  • Técnicas de conversão de registros bibliográficos para padrões atuais e abertos(Representação Descritiva, Recuperação da Informação e Ciência da Computação);
  • Segurança da Informação em Bibliotecas (Computação, Automação e Controle, Administração de Bibliotecas);
  • Representação de Conteúdos Multimídias (Artes, Inteligência Artificial, Representação Descritiva e Temática);

Ao invés da Biblioteconomia e Ciência da Informação tupiniquim ficar apenas se preocupando tecnologias da moda como ontologias e metadados, que muitas vezes se resumem a exercícios com o Protégé e citações de Berners-Lee, não que não existam estudos interessantes, admiro muitas produções de programas de pós em CI, mas creio que deveriam existir mais abordagens, pressupostos, metodologias, estudos de caso, modelos de referência, tutorais, modelos de requisitos e outros artefatos para poder se aproximar a TI da Biblioteconomia com um enfoque mais científico, não apenas pragmático, com sentido resumido de operacionalização, pois utilizar ferramentas é muito mais que modernização de bibliotecas em tarefas rotineiras de processamento técnico mediado por computador, atinge a esfera sócio-cultural, já que, exige um custo material, um esforço mental, um tempo, muitas implicações jurídicas, dentre outras variáveis.

Zoomil: uma livraria real online

Publicado em Julho 8th, 2008

Zoomil é uma livraria online que utiliza a API do Google Maps para implementar uma interface muito interessante para navegar pelas estantes virtuais. Uma ótima idéia que pode ser aplicada em OPACs de bibliotecas, visando serem mais interativos e atraentes.

Livro sobre Avaliação de IHC disponível para download

Publicado em Junho 30th, 2008

O livro Design e Avaliação de Interfaces Humano-Computador das autoras Heloisa Vieira da Rocha e Maria Cecília C. Baranauskas, está disponível para download.

Novo número do Code4lib

Publicado em Junho 24th, 2008

Recebi via a lista oss4lib o novo número da revistar Code4lib. Vale a pela conferir os artigos.

Linux te préserve des virus

Publicado em Junho 11th, 2008


Linux te préserve des virus, originally uploaded by nitot.

Com linux, você está “imune” a vírus

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WARAU - Websites Atendendo a Requisitos de Acessibilidade e Usabilidade

Publicado em Junho 9th, 2008

Recebi via webstandards-br a informação sobre o WARAU, um espaço de discussão de normas, diretrizes, técnicas e boas práticas para a criação de código Web acessível e usável.

O WARAU é dirigido principalmente para mantenedores de websites que já tenham algum conhecimento de código Web (e.g., HTML, CSS, Javascript) e que queiram aprender como construir websites válidos, acessíveis e usáveis. No WARAU há espaço para discussão de temas que envolvam acessibilidade e usabilidade na Web, abrangendo desde ferramentas assistivas até diretrizes e padrões estabelecidos por organizações como o World Wide Web Consortium (W3C).

Instalando o PMB no Debian

Publicado em Maio 19th, 2008

Nas aulas práticas sobre automação de bibliotecas, abordo basicamente 2 Sistemas de Gerenciamento de Bibliotecas: Openbiblio e PMB. O Openbiblio é um dos softwares livres para gestão de acervos mais conhecido e utilizado. É uma aplicação baseada na web, escrita em PHP/MySQL, muito simples e com funcionalidades básicas para pequenos acervos. O PMB (PHP MyBibli), é também um software livre baseado na web sob licença GPL, escrito em PHP/MySQL, com suporte a MARC e Z39.50, todavia é mais robusto, permite uso de tesauros, suporte a Web Services, traduções para alguns idiomas, inclusive português, reserva de itens, interface mais atraente e outras funcionalidades mais interessantes que o Openbiblio.

O esquema que uso para aulas práticas funcionam assim: configurei 2 máquinas para serem servidoras, 1 é destinada a servidor de Intranet e para hospedagem do site dci.ufc.br, que em breve será refeito. O servidor de Intranet foi implementado justamente para instalar e disponibilizar alguns sistemas baseados na web para que os alunos possam manusear no laboratório, e assim ficam disponíveis em toda rede interna, basta acessar o endereço de IP da máquina e fornecer os dados de autenticação para acessar os sistemas. Instalei o Debian 4.0 Etch em ambas, configurei o Apache, MySQL, PHP, Perl, Postgres e Tomcat para instalar as ferramentas que usamos (Openbiblio, PMB, Tematres, Aigaion, Dspace, Gnu E-prints, VuFind, etc.). A instalação do PMB no Debian necessita de algumas configurações extras, já no window$ e demais distribuições linux, basta criar o banco de dados e configurar as variáveis para conexão com o MySQL e utilizar o instalador do sistema - quem já instalou aplicações escritas em PHP/MySQL conhece tais procedimentos. Supondo que você já tenha o Apache, MySQL e PHP instalados no computador, para instalar no Debian/Ubuntu/Kurumin e demais distribuições baseadas no Debian basta seguir passos:

O PMB está disponível em: http://www.sigb.net/, após o download:

1.Copiar o arquivo baixado para o diretório /var/www/ do apache;
2.Descompactar arquivo .zip com o comando unzip (vai ser criado um diretório chamado “pmb”);
3.Localizar o arquivo de configuração (db_param.inc.php) em pmb/includes/db_param.inc.php.exemple;
4.Renomear arquivo “ db_param.inc.php.exemple” para “ db_param.inc.php”
5.Abrir o arquivo de configuração em um editor de texto e modificar as variáveis de acesso ao banco de dados de acordo com as suas configurações:

define('USER_NAME', 'username');
define('USER_PASS', 'userpwd');
define('DATA_BASE', 'dbname');
define('SQL_TYPE', 'mysql');

6.Modificar permissões no diretório do PMB:

#cd /var/www
#chown -R www-data:www-data pmb
#chmod -R 640 pmb
#chmod -R ug+X pmb

7.Executar o browser e digitar http://localhost/pmb/tables/install.php
8.Escolher a codificação de caracteres e idioma
9.Fornecer parâmetros para configuração do sistema
10. Digitar no browser o endereço http://localhost/pmb/
11. Autenticar no sistema: usuário e senha = admin

Caso queiram testar a ferramenta, basta acesse este endereço: http://pmb.biblio.free.fr/

Site do Junio Barreto inacessível

Publicado em Maio 15th, 2008

Pesquisando sobre o cantor e compositor Junio Barreto, encontrei o site oficial do artista. Acredito que deve ter sido desenvolvido e publicado recentemente, pois até então não existia um site oficial. Quando cliquei no link, logo achei interessante a arte do site, todavia, foi feito todo em flash e o pior é que só pode ser visualizado em navegador Internet Explorer, usuários de Firefox e outros browsers não conseguem navegar e acessar tal conteúdo. A priori, pensei que fosse a renderização do Firefox no debian linux, porém o problema ocorre também no windows. Isso é um grande problema na área de desenvolvimento de interfaces Web, pois muitos profissionais não relacionam a estética de um layout com acessibilidade. Pode-se usar flash juntamente com padrões web, desde que o site não seja feito totalmente em flash, pois esta tecnologia é mais adequada para aplicativos multimídias, animações, banners, etc. agora é um grande pecado usar para criar menus e conteúdo, pois dificulta a navegação e indexação pelas ferramentas de busca que não foram projetadas para recuperar conteúdos em um arquivo .swf.

Junio Barreto é um pernambucano de Caruaru que mescla música popular com samba e maracatu com elementos eletrônicos, criando uma música universal e ao mesmo tempo regional. Conheci a obra do autor em janeiro de 2007, quando o Lúcio, amigo bibliotecário de Olinda, passou o disco e logo logo estava eu embriagado com sua musicalidade e poesia. Tive o prazer de assistir a um show no carnaval multicultural em Recife 2008 na Várzea, juntamente com meu brother Rod e nesse mesmo dia vimos Mundo Livre S/A, a belissíma Roberta Sá, Ortinho e outros, foi muito bom por sinal. Agora o problema é que nem vou poder acompanhar informações sobre o cara, infelizmente!

Porque não uso Windows

Publicado em Maio 13th, 2008

Faz exatamente 1 ano que aboli completamente o M$ windows da minha vida, ou melhor do meu computador. Sempre usei o esquema dual boot: Slack e Win XP em desktop doméstico e no trabalho. Depois de um certo tempo comecei a verificar que sempre usei mais o linux do que que windows, então decidi migrar por definitivo. Analisei a questão e constatei que eu só dependia de um único software proprietário, o fireworks, para criação de layouts de sites, que particularmente acho a melhor ferramenta para este propósito e no mundo open source não conheço algo similar. Então neste caso eu poderia emular via wine e assim estaria livre do S.O da micro$oft. O meu primeiro notebook eu usava windows e depois cheguei a usar dual boot, depois de adquirir outro note, usei durante umas duas semanas o Win XP, a máquina veio com um péssimo linux e então resolvi formatar e colocar o Win XP, logo que instalei, tive que configurar o video, o modem wi-fi e o áudio, um saco! Depois resolvi colocar o Ubuntu 7.04, e após a instalação tive apenas que configurar o vídeo, wi-fi e áudio foram reconhecidos… e depois ainda dizem que o windows é mais fácil de usar :D e a nova versão do Ubuntu 8.04, já reconhece até a resolução wide do vídeo, ou seja, não é necessário configurar nenhum drive, fabuloso! Como eu tinha pouco espaço em disco, cheguei a conclusão que não valia a pena usar o XP, então mandei o S.O de Gates pro espaço e aqui estou feliz da vida sem vírus, sem piratear, sem spyware, sem internet explorer, sem travações, sem ter que crackear algo e com liberdade, autonomia, robustez e muito desempenho e segurança. O único problema que existia a pouco tempo era assistir vídeos no formato rmvb, que logo logo foi resolvido e pasmem, o linux tem mais suporte a formatos de vídeo e áudio que o windows, inclusive essa parte de multimídia tem sido muito desmistificada, a minha mais nova diversão é brincar com hydrogen e outras ferramentas para edição multimídia. Recentemente instalei o Ubuntu Studio 8.04 no meu Desktop, no intuito de deixar meu note pra trabalhar e o desktop como lazer, uma espécie de servidor multimída, inclusive estou montando um home theater com ele e em breve estarei divulgando aqui tais experiências.

Creio que na atualidade, o pingüim já está com status de S.O para ser usado por não-geeks no uso doméstico, distribuições com Ubuntu, Suse e Fedora, já fornecem inúmeras facilidades para que usuários comuns possam utilizar linux sem grandes complicações no que diz respeito a edição de texto, navegação, escutar músicas, ver vídeos e montar dispositivos portáteis, por exemplo, todavia muita coisa ainda precisa melhorar, como suporte a mais dispositivos de hardware, criação de ferramentas para gráficos mais completa e outras soluções existentes no mundo proprietário que facilitam a vida do usuário comum. No contexto corporativo, a organizações estão mais atentas para produtos open source, já que necessitam de flexibilidade, economia, desempenho e customização e as tecnologias proprietárias vão de encontro a esses requisitos. Recentemente um estudo realizado pelo Gartner apontou para as novas tendências de TI do mercado e constatou que com o advento da virtualização (web-based) e o tempo para lançamento de novas versões estão deixando o Windows falido. Problemas de incompatibilidade também são apontados pelo estudo, e por incrível que pareç muitos produtos da M$ de versões diferentes são incompatíveis, como por exemplo o novo office 2007 que salva arquivos de texto em uma determinada extensão e usuários de office mais antigo não conseguem abrir, se a M$ usasse o formato padrão de texto (.odt) com certeza não teriam esse problema e podeia abrir ainda documentos criados por outros editores de texto. Um dos maiores problemas para o não-uso do linux é cultural. Os anos de monopólio fez com que informática fosse sinônimo de produtos da M$, basta verificar nos cursos de operador de micro que oferecem na verdade pacotes para operacionalização de produtos como Windows e suíte Office e não de editor de texto, planilha, etc., isto gera um verdadeiro condicionamento, o sujeito fica com uma capacidade reduzida a manusear determinada ferramenta e se esta mudar a interface, versão, por exemplo, este usário terá dificuldades e se mudar de ferramenta, ai o lance fica mais complicado. Comparo isso ao ensino de classificação: as pessoas não apreendem a classificar e sim a utilizar adestradamente CDD e CDU e apreendem ainda a classificar títulos e não documentos e quando se deparam com obras que possuem uma metáfora como título, ou um conteúdo distante da sua formação, apresentam dificuldades para classificar. Muitos afirmam também que as organizações não optam por aplicações que rodam em linux por falta de empresas que fornecem suporte especializado, preferem confiar em uma empresa a comunidade, e se esta empresa deixar de oferecer suporte àquele produto? ou se a empresa falir? Ou se mudarem os requisitos técnicos para atualização de uma nova versão da aplicação? Quem opta pela comunidade não corre esses riscos, mas quem confia em uma determinada empresa fica refém desta. Sou bastante otimista em relação ao uso do pingüim, creio que o crescimento acelerado está pondo em xeque o domínio do Windows no mercado doméstico e corporativo, daqui a alguns anos esse cenário irá ser revertido, afirmo isso por que o linux é um S.O recente, e a filosofia open source está sendo amplificada cada vez mais por iniciativas individuais, coletivas e empresariais. Sou um linux user adepto das facilidades, acho que quanto mais fácil de ser usado, mais será massificado, contrariamente a muitos geeks que militam que ubuntu é coisa de criança, por exemplo, que linux bom é o difícil de configurar, aquele que tudo tem que ser feito na “unha”, sinceramente, esse pensamento só serve para perpetuar o domínio do Windows e distanciar as ferramentas livres da sociedade, uma pessoa assim não pensa coletivamente, quebra com a filosofia do software livre e cria um elitismo medíocre que segrega os usuários comuns dos sistemas abertos, queria ver era esses geeks desenvolverem seu próprio linux.

Já que estamos falando de linux e este blog é sobre biblio e CI, gostaria de conhecer algum bibliotecário que use linux por default, tem alguém ai? Dual/Trial boot users não vale :D.

Escrevendo e escutando Asian Dub Foundation, em especial Fortress Europe.